domingo, 15 de junho de 2014

A importância do Acido Fólico

            O ácido fólico é uma vitamina também conhecida como B9 que possui importante papel no desenvolvimento do feto nas primeiras semanas, pois participa na formação do tubo neural, que dará origem a todo o sistema nervoso do feto  atuando na prevenção de anomalias congênitas no primeiro trimestre da gestação. Ele é recomendado na prevenção primária da ocorrência de defeitos do fechamento do tubo neural, que entre os dias 18 e 26 do período embrionário transforma-se na espinha. Defeitos do tubo neural são malformações que ocorrem no início do desenvolvimento fetal, sendo os principais: anencefalia e espinha bífida. As doses diárias recomendadas são de 0,4 a 0,8 mg no período de no mínimo um mês antes da concepção até três meses ou 12 semanas de gravidez (1º trimestre).


             O principal problema desta prevenção reside no fato de cerca de metade das gestações não serem planejadas e, assim, quando as mulheres descobrem que estão grávidas já é tarde para se fazer a suplementação com o ácido fólico. Para resolver o problema, a partir de 2004, com a publicação da  Resolução - RDC nº 344, de 13 de dezembro de 2002, tanto as farinhas de trigo quanto as de milho vendidas no Brasil devem, por lei, ser enriquecidas com ferro e ácido fólico. Deste modo, Cada 100g de farinha de trigo e de milho deverá conter 4,2 mg de ferro e 150 mcg de ácido fólico. Com isso, as farinhas e produtos, como pães, macarrão, biscoitos, misturas para bolos e salgadinhos deverão apresentar maior quantidade de ferro e ácido fólico em sua formulação final.

             Para as futuras mamães, ou candidatas a gestantes, fica a dica a dica: o principal foco é que as mulheres em idade reprodutiva tenham uma alimentação balanceada que contenha alimentos ricos em ácido fólico. As principais fontes deste nutriente são as vísceras, o feijão e os vegetais de folhas verdes como o espinafre, aspargo e o brócolis, além de abacate, abóbora, carne de vaca, carne de porco, cenoura, couve, fígado, laranja, leite, maçã, milho, ovo e queijo.            O ácido fólico é uma vitamina também conhecida como B9 que possui importante papel no desenvolvimento do feto nas primeiras semanas, pois participa na formação do tubo neural, que dará origem a todo o sistema nervoso do feto  atuando na prevenção de anomalias congênitas no primeiro trimestre da gestação. Ele é recomendado na prevenção primária da ocorrência de defeitos do fechamento do tubo neural, que entre os dias 18 e 26 do período embrionário transforma-se na espinha. Defeitos do tubo neural são malformações que ocorrem no início do desenvolvimento fetal, sendo os principais: anencefalia e espinha bífida. As doses diárias recomendadas são de 0,4 a 0,8 mg no período de no mínimo um mês antes da concepção até três meses ou 12 semanas de gravidez (1º trimestre).


             O principal problema desta prevenção reside no fato de cerca de metade das gestações não serem planejadas e, assim, quando as mulheres descobrem que estão grávidas já é tarde para se fazer a suplementação com o ácido fólico. Para resolver o problema, a partir de 2004, com a publicação da  Resolução - RDC nº 344, de 13 de dezembro de 2002, tanto as farinhas de trigo quanto as de milho vendidas no Brasil devem, por lei, ser enriquecidas com ferro e ácido fólico. Deste modo, Cada 100g de farinha de trigo e de milho deverá conter 4,2 mg de ferro e 150 mcg de ácido fólico. Com isso, as farinhas e produtos, como pães, macarrão, biscoitos, misturas para bolos e salgadinhos deverão apresentar maior quantidade de ferro e ácido fólico em sua formulação final.

             Para as futuras mamães, ou candidatas a gestantes, fica a dica a dica: o principal foco é que as mulheres em idade reprodutiva tenham uma alimentação balanceada que contenha alimentos ricos em ácido fólico. As principais fontes deste nutriente são as vísceras, o feijão e os vegetais de folhas verdes como o espinafre, aspargo e o brócolis, além de abacate, abóbora, carne de vaca, carne de porco, cenoura, couve, fígado, laranja, leite, maçã, milho, ovo e queijo.

5 comentários:

  1. A relação entre o uso peri-concepcional do ácido fólico e a redução da incidência de defeitos do fechamento do tubo neural(DTN) tem sido sugerida nos últimos 30 anos. Estudos metodologicamente convincentes foram publicados na última década. Não há dúvidas sobre a eficácia da suplementação de ácido fólico, tanto na prevenção de recorrências de DTN (em mulheres com gestações previamente afetadas) como na prevenção da primeira ocorrência de um DTN promovida pela suplementação de ácido fólico varia em diferentes estudos e gira em torno de 70%. A proteção também é alta na prevenção das recorrências.

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  2. Nos Estados Unidos, fortificação de alimentos com ácido fólico 1998 ocorreu em ácido quando a Food and Drug Administration exigia e a ocorrência de defeitos do tubo neural como na espinha bífida e subdesenvolvimento do cérebro na prole declinou significativamente desde então. No Brasil, como você citou no post, apenas em 2004 começou-se o enriquecimento de alimentos com ácido fólico. Outro exemplo de alimento obrigatoriamente enriquecido é o sal. O sal é o alimento selecionado pelo Ministério da Saúde para suplementar Iodo à população. A quantidade de Iodo que necessitamos em toda nossa vida é o equivalente a uma colher de chá, porém o Iodo não pode ser estocado pelo organismo e deve ser ofertado em pequenas quantidades continuamente. O produto que cumpre este papel é o sal, por ser consumido continuamente em pequenas quantidades diárias. Além disso, o Iodo não afeta sua aparência nem sabor e as técnicas de iodação são simples e de baixo custo. Deficiências de iodo podem provocar: abortos espontâneos; natimortalidade; mortalidade infantil; distúrbios no desenvolvimento físico e mental com prejuízo da capacidade de aprendizagem das crianças (redução no quociente de inteligência), deficiência de coordenação; letargia; dano cerebral do feto ou recém-nascido, podendo acarretar em retardo mental, surdez, mudez, nanismo e cretinismo.
    fontes: agência nacional de vigilância sanitária

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  3. Pela importância do folato para o desenvolvimento do bebê no útero da mãe, pesquisadores da Ben-Gurion University of the Negev, em Israel, analisaram mais de 84 mil bebês, entre 1998 e 2007. O estudo revelou que determinados medicamentos são capazes de prejudicar a absorção da vitamina no organismo. Na lista estão alguns antibióticos, antiepiléticos, remédios para úlcera e colesterol.
    Segundo Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP), essa relação entre medicamentos e ácido fólico de fato acontece. Por isso é preciso avaliar o risco-benefício de tomar remédios na gravidez. Há ainda exames que a gestante pode fazer, se houver necessidade, para medir o nível de ácido fólico no sangue e, se for o caso, corrigir a dosagem a ser tomada. E vale lembrar: nenhum remédio deve ser tomado por conta própria durante a gestação.

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  4. A deficiência de acido fólico tem implicações severas no desenvolvimento do embrião, pois afeta a fechamento do tubo neural. Esse evento, fechamento do tubo neural, ocorre logo no primeiro mês de gestação e é o sistema nervoso central primitivo. Possui como consequência mais grave a incompatibilidade com a vida: é possível a formação de uma criança com anencefalia até espinha bífida que gera consequências variáveis.

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  5. Um extenso estudo americano concluiu que tomar suplementos de ácido fólico durante a gravidez reduz em até 40% o risco de o bebê ter autismo. Essa vitamina, presente em alimentos como brócolis, tomate, lentilha e também em bebidas como a cerveja, diminui as chances de haver má formação congênita, mas ainda não está claro se a substância protege a criança contra problemas neurológicos. A nova pesquisa, publicada nesta quarta-feira no periódico The Journal of The American Association (JAMA), fornece novas evidências que reforçam tal relação, que já havia sido apontada por trabalhos anteriores. A pesquisa, feita na Universidade da Califórnia, Davis, nos Estados Unidos, se baseou nos dados de 85.176 bebês inscritos no Estudo de Corte de Mães e Crianças Norueguesas, o maior trabalho já feito sobre a influência de fatores genéticos e ambientais sobre doenças neurológicas. Os pais dessas crianças também participaram da pesquisa. Após acompanhar as crianças entre três e dez anos após o seu nascimento, a equipe observou que 270 delas apresentaram algum transtorno do espectro autista. De acordo com os resultados da pesquisa, mães que fizeram uso de suplementos de ácido fólico antes e durante a gestação tiveram filhos com um risco até 40% menor de serem diagnosticados com autismo na infância. Esse benefício foi observado apenas em mulheres que tomaram os suplementos durante o período entre quatro semanas antes de engravidarem e oito semanas após o início da gestação — o que revela que o momento do consumo da vitamina é crucial para reduzir os riscos de saúde ao bebê.

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